
Algumas das maiores e mais incríveis estrelas jamais deixarão de lado a luz que guia e espelha tantas vidas. Hoje a Terra devolve ao céu um de seus maiores brilhantes. Um quilate único, um talento raro, alguém que enfrentou o mundo para provar à que veio. Lutou contra si mesmo, foi de encontro ao seu próprio preconceito e sofreu as conseqüências disso tudo. Revolucionou a música, e não foi só a POP. Despertou em crianças, adolescentes, adultos e, até pessoas mais velhas, a vontade de cantar suas músicas e fazer suas coreografias. Foi tachado de inúmeros adjetivos maldosos, foi alvo das maiores chacotas, foi negro, foi branco, foi feliz e infeliz, no cruel e corrente tempo.
Agora ele está lá, com certeza, aliviado de ter marcado sua volta, porém frustrado por não ter conseguido subir novamente ao palco. Mas a vida é mesmo assim, não precisamos de provas, desde que nos tragam estímulos. Novamente ergueu a cabeça, bateu a mão no peito e mostrou que estava à frente de seu tempo... Provou que diferenças, problemas, dinheiro, dívidas, saúde e passagem, são coisas que carregamos em toda a vida, independe de situação financeira ou status social. Todos erram nessa vida, não importa a fortuna, a fama, a quantidade de seguidores, não existe uma fórmula mágica para a felicidade, porque para ser feliz não é preciso calcular, basta apenas ter coragem.
Michael Joseph Jackson, cantor, dançarino, músico, instrumentista, ator, escritor, produtor, diretor e compositor, norte americano, fará falta. Sem sua irreverência, cara de pau, sua máscara branca, seu nariz plastificado, e, principalmente, sem sua música, teríamos tido algumas horas e dias à menos de descontração e contentamento.
Em uma de suas mais belas frases, o astro mostrou que estará para sempre guardado no coração daqueles que cultivam e acreditam que dentro de nós sempre viverá uma criança desprendida desses valores absurdos:
“We are the world, we are the children” – Michael Jackson