31 de mai. de 2008

Ideologias pelo corpo à fora!


Dessa vez, me baseando no que ví nas ultimas semanas com pessoas próximas, ou nem tanto, um texto de minha autoria:
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"Dois Caminhos" - Claudio Junior
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E àqueles que acreditavam que a vida não é justa, em alguma situação passaram a acreditar que os momentos não valem tanto para serem julgados. Desejos, afetos, dores e sofrimentos, fazem parte de um ciclo que só gira a favor da sorte, e cabe a quem a têm, a escolha de aceitá-la ou desviá-la de seu caminho.
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O que é realmente importante na vida é aproveitar cada amanhecer como se fosse o último, de forma que não se importe quantos problemas você carrega consigo e nem quantas noites passará em claro revisando suas expectativas para o dia seguinte, porque, na verdade, nada é definitivo, mas tudo pode mudar o curso da vida, basta saber aproveitar a oportunidade e acreditar na intuição, porque esta sim, nunca falha!
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Algumas pessoas se arrependem de terem desistido, outras se arrependem por não terem alcançado, mas quem realmente sofre é aquele que nunca tentou. Não tentou desafiar a sorte, não tentou ouvir a intuição, não tentou seguir seu caminho.
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Há apenas duas alternativas de seguir sua vida sabiamente. Ou escuta-se a suave melodia do coração, que bobo, encanta-se com o sorriso, com o gesto e com a simplicidade; ou, então, escancara-se à traiçoeira, porém sabia razão. É de onde tiramos toda a base da vida moderna, do descaso, do acaso, dos desvios e, principalmente dos relacionamentos fracassados. Contudo, o que nos resta na razão é apenas a parte menos dolorosa da dura e fria, porém saudosa, vida.
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O problema é dividir os tais caminhos. Vendo de fora, ou, na prévia, é fácil definir metas e lidar com o incômodo, mas na pele, quem responde pelos atos são instintos que não sabemos nem de onde vêm muito menos pra onde vão... É por isso, que ora ou outrora, descobrimos que quase nada na vida é definitivo. Quando estamos, sabemos que ver não nos qualifica julgar, e, quando não estamos, não devemos nos permitir dizer que somos superiores ou enfrentamos qualquer situação com destreza e disposição.
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O ser humano sempre erra, mas sempre consegue encontrar uma forma de sair de suas confusas instabilidades. E àqueles que ainda acreditam que a vida não é justa, saberão ao longo do tempo que aflições, devaneios e marés de má-sorte existem até para aqueles que ganham na loteria. Essa é a maior doença do mundo moderno. Não enxergar a realidade e queixar-se de sua atual situação!
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Portanto olhe para trás e veja sua evolução, descubra quantas vezes sonhou estar aonde está e agora não dá o determinado valor, não dispõe de seu bom senso para agradecer o que lhe foi sorteado... A sorte é sua, cabe a ti aceitá-la ou desviá-la de seu caminho.
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19 de mai. de 2008

Design

Artistas plásticos são como modeladores da imaginação, fazem da emoção a transpiração de suas ansias... Criam à base de linhas que, a cada momento, têm intenção e conotação de pura criatividade. O verdadeiro artista plástico não é aquele que repassa o que sente para a sua obra, mas o que deixa com que cada receptor tire sua própria conclusão de cada peça, cada devaneio, cada trabalho...

Vendo esses dias o portifólio de um grande artista, resolvi dividir essa boa sensação com vocês...

Leandro Guima - Designer (http://leandroguima.carbonmade.com/)
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"... O meu trabalho com design é um convite à loucura, o alijamento da razão, escapando dos estorvos da convenção para entregar-se a um mundo flutuante e anárquico, da alma e da fantasia" Leandro Guima - extraído de "Lobo da Estepe"
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18 de mai. de 2008


'De quem é a Amazônia, afinal?', diz 'NY Times'
Uma reportagem publicada neste domingo no jornal americano The New York Times afirma que a sugestão feita por líderes globais de que a Amazônia não é patrimônio exclusivo de nenhum país está causando preocupação no Brasil.

No texto intitulado "De quem é esta floresta amazônica, afinal?", assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro Alexei Barrionuevo, o jornal diz que "um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território".

O jornal cita o ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que "ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós".

"Esses comentários não são bem-aceitos aqui (no Brasil)", diz o jornal. "Aliás, eles reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos."

O jornal afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta aprovar uma lei para restringir o acesso à floresta amazônica, impondo um regime de licenças tanto para estrangeiros como para brasileiros.

"Mas muitos especialistas em Amazônia dizem que as restrições propostas entram em conflito com os próprios esforços (do presidente Lula) de dar ao Brasil uma voz maior nas negociações sobre mudanças climáticas globais - um reconhecimento implícito de que a Amazônia é crítica para o mundo como um todo", afirma a reportagem.
O jornal diz que "visto em um contexto global, as restrições refletem um debate maior sobre direitos de soberania contra o patrimônio da humanidade".

"Também existe uma briga sobre quem tem o direito de dar acesso a cientistas internacionais e ambientalistas que querem proteger essas áreas, e para companhias que querem explorá-las."

"É uma briga que deve apenas se tornar mais complicada nos próximos anos, à luz de duas tendências conflituosas: uma demanda crescente por recursos energéticos e uma preocupação crescente com mudanças climáticas e poluição."


Peço desculpas aos leitores que buscam entretenimento, mas Patriotismo e bom senso são duas coisas que eu prezo sempre... Se cada um fizer a sua parte....

Obrigado!

15 de mai. de 2008

Dica Cultural: Teatro Alfa 10 Anos

Teatro Alfa comemora dez anos com espetáculos consagrados


O Teatro Alfa convidou seis companhias de dança, sendo elas três francesas e outras três nacionais, para comemorar a sua festa de dez anos de atividade no cenário cultural de São Paulo. Para a temporada de 2008, que começa a partir do dia 31 de julho, reuniu grupos que fazem parte da história recente do ballet moderno e alguns dos mais experientes coreógrafos brasileiros.
Déborah Colker faz parte do roteiro!


Bailarinos durante o espetáculo Cruel (foto: Divulgação)


Confira todos os espetáculos da temporada de 2008:

CIE. DCA

(Decouflé & Complices Associes ou Danse Campagnie D'Art) Direção artística: Philippe Decouflé Espetáculo: Sombrero (2006) Quando: 31 de julho a 3 de agosto

Grupo Corpo

Direção artística: Paulo Pederneiras Espetáculo: Breu (2007) e 21 (1992) Quando: 13 a 17 de agosto e 20 a 24 de agosto

Cia de Dança Deborah Colker

Direção artística: Deborah Colker Espetáculo: Cruel (2008) Quando: 12 a 14 de setembro e 17 e 21 de setembro

Ballet de L'Opera de Lyon

Direção artística: Yorgos Loukos Espetáculo: Symphonie de Psaumes (1978), Secunda Decaiu (1991) e Baila Figura (2005) Quando: 23 a 26 de outubro

São Paulo Cia. de Dança

Direção artística: Iracity Cardoso Espetáculo: não definido Quando: 6 a 9 de novembro

La Maison

ireção artística: Nasser Martin-GoussetEspetáculo: Péplum (2006) Quando: 21 a 23 de novembro


Para mais informações acesse o site: http://www.teatroalfa.com.br/

14 de mai. de 2008

A TV que nos acompanha à anos, é, indiscutivelmente, o nosso mais famoso e valioso formato de divulgação de informação e propagação de ideologias... Não é a toa que em 1960, as famílias que já estavam acostumadas a acompanhar às radio-novelas, se reuniam em frente à TV em uma verdadeira confraternização diária...

Com o passar dos anos, novas tecnologias descobertas, diferentes espécies de famílias surgindo em todo mundo e tantas outras sendo destruídas pela própria tecnologia, até o surgimento da Internet, cravando um marco à era "individualista", onde, o homem, passa horas praticamente mudo e sem piscar diante de uma máquina fria, sem emoção, mas que lhe dá o direito de, anônimamente, fazer parte de todo o mundo...

Por isso que nós, brasileiros, curiosos que somos, passamos horas a fio em frente ao computador em sites de relacionamento, mensagens instantâneas e, principalmente, trabalhando e ralando duro frente ao PC.

Concretizou-se a era mais individualista da história, porém mais mais humanitária... Aqui, nenhuma censura controla o que se vê, entretanto, continuamos a abandonar cada vez mais habilidades que antes eram feitas manualmente, ou com o auxílio de outras pessoas - o que diminui carga horária de trabalho, corte essencial para empresas, que reduzem seus custos...

Nessa loucura toda do mundo "individualista" da Internet, já temos até a famosa TV - que não é por assinatura - disponível no mercado. Além de não ter censura, mostra tudo o que jamais veríamos na tevê aberta, muito menos em uma TV à cabo. Trata-se do Youtube, que só nega vídeos com algum tipo de erotismo ou pornografia.

O YOUTUBE, vendido por U$ 2.000.000.000 ao Google por seus idealizadores, é hoje, uma das maiores frustrações da empresa, que nem sabe como ganhar dinheiro com o site. Enquanto isso, mais de 90 mil filmes são carregados por dia na página, gerando um acesso diário de 5 milhões, em média.

E nós apenas agradecemos por ter controle de uma ferramenta que não se paga, mas se propaga, que não se censura, mas "descensura", e é "simplérrima" de ser manuseada. Ao mesmo tempo, avançamos ainda mais na nossa "desevolução" da espécie, que na antiguidade passou por um longo período andando só, agindo só, vivendo e morrendo sem conhecer seus precedentes...

Esse é o reflexo do mundo globalizado, e desenfreadamente coordenado por políticos, que nem preciso comentar, não é?!

De qualquer forma, saibamos usar desses artifícios pra o nosso bem!
Eu particularmente tenho mais visto YOUTUBE do que a TV convencional, porquê, afinal, assistir a prisão dos Nardoni, todos os dias não dá mais... Deus me livre!

Pra vocês a maior crítica postada no Youtube... e Salve PINK!

http://www.youtube.com/watch?v=KS6iaW4_qXQ
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8 de mai. de 2008

FURO DE REPORTAGEM!

MADONNA VEM AO BRASIL!

Segundo o site da própria cantora, as negociações para a apresentação de Madonna no Brasil deram certo, e ela estará aqui em sua turnê "Hard Candy".
A notícia foi ao ar hoje, e ainda não foram divulgadas as cidades onde Madonna se apresentará...

Informações dizem que o Grupo Pão de Açucar teria pago milhões para trazê-la, mas essa informação ainda não foi oficializada.

Torcemos para que seja mais de uma apresentação no Pais, em mais de uma capital!

Acompanhem um trecho da nota divulgada :

"Confirmed today by Guy Oseary, Madonna's manager and Arthur Fogel, Live Nation's CEO Global Touring and Chairman Global Music, who is producing the tour, "STICKY & SWEET" will play arenas and stadiums throughout Europe and North America including a number of cities where Madonna has not performed in the past fifteen years."

"Records debuted at number one in 27 countries around the world thus far, including the USA, JAPAN, FRANCE, UK, GERMANY, CANADA, ITALY, AUSTRALIA, THE NETHERLANDS, SOUTH AFRICA, SWEDEN, DENMARK, IRELAND, FINLAND, AUSTRIA, CHILE, SPAIN, MEXICO, HONG KONG, SINGAPORE, SLOVENIA, PORTUGAL, BELGIUM, BRAZIL, SWITZERLAND, ISRAEL"

ComProsa é assim: FURO DE REPORTAGEM!

4 de mai. de 2008

Crítica: West Side Story

De um lado a luta, do outro a dança; de um ângulo o preconceito, do outro a injustiça; do romance, Romeu, da morte, Julieta...
De uma música, o sonho, de outra, a rebeldia; do mundo o palco, da Broadway: West Side Story.

Não é a-toa que West Side é um marco nos musicais mundiais, não pela rica história de amor entre Tony e Maria, mas pela forma inteligente que se destaca o roteiro, dentro de coreografias e músicas criadas com extremo rigor para a (des)construção da beleza do dançante Jazz...

Um roteiro que contém uma história como a de Romeu e Julieta, seria só mais um roteiro de amor entre duas pessoas de diferentes realidades sociais, se não tivesse algum atrativo fundamental...

Baseado na obra de Shakespeare, West Side Story, utiliza os artifícios da música para estampar o preconceito e a desigualdade social, alternando o bom e sujo discurso entre duas gangues às coreografias ricas de tônus, agressividade, requinte e muita ação...

Dá até para imaginar, quando falamos de gangues dançantes, em competições da dança ou coisa do tipo... Mas não é bem isso... As ações criadas nas cenas formam uma harmoniosa correria no palco, onde não se consegue entender quantos anos foram usados em treinamentos para que tanta bagunça desse certo. Se falássemos de duas gangues que competem si, dançando para marcar território seria fácil de desenhar, mas não se estreite a pensar assim, já que musicais - apesar de musicais - ainda contam com algum roteiro. E o desse, felizmente, é muito bem amarrado...

De um lados os Jets, grupo de jovens americanos comandado por Riff e Tony, e, do outro, os Sharks, grupo dos porto-riquenhos que procuram boa vida nos Estados Unidos. De certa forma, ambos estão à procura de encrenca, ainda mais se tratando de jovens de classe média, que, neste caso não dão muito valor aos princípios morais da década de 60.
À frente do seu tempo, o enredo traz uma construção nada linear, apresentando em flashs a vida de Maria (e os porto-riquenhos), e de Tony (e sua trupe), que se apaixonam ao primeiro olhar. Porém Tony é um dos principais inimigos de Bernardo, irmão de Maria, chefe da gangue dos Sharks. Tony tenta largar os maus costumes para viver em harmonia com a amada, mas comete atos em vão...
Tais atos, somados à linda trilha - que desenha cenas e ações, com baladas românticas e “calientes” salsas - fazem com que em poucos momentos lembremos do épico no qual foi baseado, dando maior atenção ao incidente que marca o espetáculo e o divide em dois.

De um lado, o problema, do outro, as formas de solucioná-lo...

De fato, trazer para o Brasil West Side, foi uma atitude grandiosa de Jorge Takla, ainda mais em uma produção de mais de R$ 5 milhões. Dessa grana toda, surgiram 12 cenários, 300 figurinos, 42 atores, 24 músicos e outros tantos profissionais envolvidos.
Os protagonistas – que maravilha – são atores de teatro e cantores, que nunca tiveram grandes papeis em novelas de horário nobre, e que Graças a Deus, foram selecionados com todo o mérito.

Como podem ver, além de babar pelo espetáculo como crítico, também babei como público e ator... O musical é um daqueles que se sente vontade de estar no palco, brincando junto... Parabéns Takla, Parabéns produção de West Side Story, Parabéns ao querido Gabriel Malo, que me surpreendeu no palco!

Longa vida ao espetáculo!

EU INDICO!